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Mundo bilingue – uma realidade também para os concurseiros do Brasil

Por Pauline Machado

Mundo bilingue – uma realidade também para os concurseiros do Brasil . No Brasil, há um fenômeno acontecendo nos concursos públicos, especialmente nos mais concorridos, que cada vez mais exigem conhecimentos de alto nível da língua inglesa por parte dos candidatos. Portanto, assim como aqueles que almejam alcançar melhores salários e oportunidades em empresas multinacionais, os concurseiros precisam desesperadamente de conhecimentos cada vez mais aprofundados na língua inglesa.

Entender esse fenômeno passa por analisar as seguintes hipóteses:

O ensino de inglês no Brasil é mesmo fraco:
Nas escolas, o nível de ensino e aprendizado da língua inglesa é significativamente baixo. Porém, o fato de o Brasil ser um país populoso, com pouquíssimas pessoas fluentes no idioma, fez com que houvesse uma proliferação de cursos de idiomas para aproveitar esse mercado.
“Vários deles são cursos de qualidade, a questão é que são caros e, portanto, favorecem apenas a elite da sociedade brasileira”, enfatiza Renato Baggio, professor e sócio-proprietário da Merlin English.

Diante dessa grande parcela da população não falante de inglês, houve, em paralelo, a proliferação de vários cursos online gravados e aplicativos que pretendem ensinar inglês, acrescenta. “No entanto, essas plataformas possuem qualidade duvidosa, visto que visam apenas fazer venda escalonada de um mesmo produto, sem se preocupar ou se comprometer com os resultados, focando apenas no lucro”, avalia.

Quem prepara as provas dos concursos descobriu no inglês uma chave ainda pouco explorada para selecionar os melhores candidatos:
Não é de hoje que os concursos públicos se tornaram a “menina dos olhos” de quem busca uma vida financeira estável e segura. Por esse motivo, com o passar dos anos, mais e mais pessoas buscam os concursos públicos como forma de melhorar a vida. Esse mecanismo tornou cada vez mais difícil ser aprovado em um concurso público. Esse aumento no interesse da população em concursos públicos fez com que, naturalmente, o nível das provas aumentasse.

Dessa forma, os concursos públicos podem selecionar os candidatos que são os mais qualificados de fato. “Diante do mundo extremamente globalizado, somado aos avanços das novas tecnologias e da tendência crescente do bilinguismo em escala mundial, os examinadores entenderam que o inglês passa a ser o grande diferencial para que as instituições possam recrutar os profissionais mais preparados e adequados para a realidade do mundo atual: um mundo bilíngue. O domínio da língua inglesa passou a ser algo tão básico, que não faz sentido, atualmente, que um profissional qualificado não domine o idioma mais falada do mundo”, assegura.

As profissões das vagas a serem preenchidas demandam hoje muito mais domínio do inglês do que acontecia há alguns anos:
O processo de globalização, bastante sedimentado nos dias de hoje, gerou uma economia integrada, de modo que não existe mais um país que possa estar bem financeiramente se os demais não estiverem. E, neste cenário de economia globalizada, os países necessitam se comunicar e se ajudar mutuamente para que haja o crescimento econômico de todos, considera Baggio. “Uma economia globalizada tem a ver com relações de exportação e importação de todo o tipo de serviço ou produto, impactando na vida das pessoas no mundo todo. E o inglês é a língua que intermedia essas relações, uma vez que é o idioma mais difundido do mundo. Além disso, vivemos uma era de revolução tecnológica, e o inglês é, também, a língua mais utilizada nesse segmento”, justifica.

Mas, qual é o perfil dos concurseiros no Brasil?
São pessoas de ambos os sexos e de faixa etária que pode variar de 16 a 50 anos de idade.

De acordo com Renato Baggio, existem concursos públicos de nível médio que são procurados por jovens adultos, bem como concursos públicos de nível superior que são procurados por pessoas que já possuem no mínimo uma graduação. “Existe uma parcela pequena de concurseiros que podem se dedicar exclusivamente aos estudos e existe uma parcela grande de concurseiros que precisam trabalhar e estudar para possivelmente, passar num concurso público. Essa grande parcela da população enxerga no concurso público sua chance de mudar de vida. As pessoas que precisam trabalhar e estudar para fazer um concurso público são, muitas vezes, pessoas que querem subir de nível socioeconômico”, ilustra.

A maior parte dessas pessoas têm um histórico de formação escolar em instituições onde o ensino da língua inglesa é precário. Assim, é comum que cheguem aos concursos públicos com pouco ou nenhum preparo para o nível das provas de inglês, uma vez que não tiveram formação adequada dentro do idioma na sua vida acadêmica.

Para que possam atingir o nível do inglês cobrado nas provas de concursos públicos elas precisam ter acesso a um curso de qualidade, que resgate toda a falta de conhecimento desde a época de escola até o momento atual no qual estão se preparando para os concursos. No entanto, o que falta, na opinião de Baggio, são profissionais especializados em entender essa lacuna, e que possuam a competência para elevar a aprendizagem do idioma ao nível de concursos públicos” analisa.

Nível do inglês para concursos
As avaliações da língua ingleêsa para concursos públicos têm se tornado cada vez mais difíceis ao exigir, por exemplo, alto nível de conhecimento das regras gramaticais aplicadas a interpretação de textos, ressalta o sócio-diretor da Merlin English. De acordo com ele, os textos são sempre de fonte autêntica, dos mais variados gêneros textuais, em geral cobrando o vocabulário específico do cargo pleiteado no concurso. “As perguntas testam todo o tipo de conhecimento dentro da língua inglesa: gramática, interpretação de texto, semântica, repertório rico de vocabulário, etc…”, exemplifica.

O que dizem os editais
As dificuldades que os concurseiros estão tendo com a inclusão da língua inglesa em quase todos os editais se dá pelo fato de que muitos deles vem se preparando há muitos anos para concursos públicos sem que os editais cobrassem o referido idioma, garante o professor Baggio.

De acordo com ele, com a chegada repentina da língua inglesa nos editais, muitos concurseiros se desesperaram, pois se viram diante de uma disciplina com alto grau de cobrança que eles não dominam. “Some isso ao fato de que a maior parte dos concurseiros não teve uma formação adequada de ensino de língua inglesa e você tem uma receita para o fracasso. O desespero e a ansiedade gerados pela falta de conhecimento da língua inglesa são compreensíveis, pois podem colocar todo o esforço de anos de estudo a perder caso o concurseiro não tenha um bom desempenho na prova de língua inglesa”, atesta.

Existe ainda o fato de os editais de língua inglesa serem geralmente bastante curtos e vagos, permitindo que o examinador cobre absolutamente tudo o que desejar na prova, tanto em aspectos gramaticais quanto em aspectos interpretativos. No entanto, a maioria dos concurseiros não tem feito nada neste sentido. Preferem continuar se dedicando aos estudos dos conteúdos que já eram previstos nos seus editais e simplesmente decidem deixar a prova de inglês em branco ou chutar as respostas quando o chute não compromete a pontuação da prova, observa. “Atualmente, a única instituição especializada ensino de inglês para concursos públicos é a Merlin English. Outras instituições até oferecem aulas de inglês como forma de atender a essa demanda e não deixar os alunos desamparados, mas só a Merlin é realmente especializada em inglês para concursos públicos”, ressalta.

Planejamento e estudo para ser aprovado na prova de língua inglesa
Baggio orienta que o concurseiro deve partir do estudo de elementos muito básicos da língua inglesa e evoluir para estruturas mais complexas e rebuscadas. É necessário também, que o concurseiro se envolva ao máximo com a língua inglesa para que possa melhorar o seu vocabulário.

Neste aspecto, o preparo necessário para ser aprovado deve ser prestado por um profissional que entenda as lacunas geradas pela falta do ensino apropriado da língua inglesa na vida acadêmica do concurseiro, alguém que tenha grande experiência em preparar candidatos para provas de concursos públicos, dominando a maneira com que as mais variadas bancas cobram o conhecimento da língua inglesa em suas provas. “É preciso que o concurseiro busque um professor que possa orientá-lo nesse processo e fornecer o conhecimento necessário focado naquilo que a banca irá cobrar. Sem um professor especializado em concursos públicos as chances de sucesso são bastante reduzidas”, atenta.

Além disso, deve-se levar em conta um dos maiores desafios pelos quais o concurseiro passa: ter o controle emocional, bem como a disciplina necessária para começar praticamente do zero e evoluir até o nível exigido na prova. “Grande parte dos concurseiros, assim como grande parte da população brasileira, acredita que não consegue aprender inglês. Eliminar essa crença limitante é parte fundamental para se lograr sucesso na prova de inglês”, aconselha e finaliza o sócio-proprietário do Merlin English, Renato Baggio.

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